29 de jul de 2010

28 de jul de 2010

Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, afirma ONU

O Brasil está entre os países mais desiguais do mundo. A informação consta no relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). No índice de Gini – que é um medidor de grau de desigualdade a partir da renda média de cada cidadão – o Brasil ficou em aproximadamente 0,56. Quanto mais próximo de um, maior a desigualdade.

Se comparado aos países da América Latina, o Brasil só é menos desigual que Bolívia e Haiti. Em comparação a outros países do mundo, o Brasil é o décimo no ranking da desigualdade. Ainda segundo o documento, a América Latina é a região mais desigual do mundo. Isso porque, dos 15 países onde a diferença entre ricos e pobres é maior, dez são da região.

Reduzir a jornada de trabalho para 36h, sem redução de salário

Professor Manoel - Deputado Federal: REDUÇÃO DA JORNADA PARA 36 HORAS SEM REDUÇÃO DE SA...: "Ao longo da história do movimento operário, os trabalhadores têm intensificado a luta pela redução da jornada de trabalho como forma de amen..."

26 de jul de 2010


Aumento da remessa de lucros mostra caráter dependente da economia

Longe de representar crescimento e aumento do emprego, investimento estrangeiro busca enviar recursos daqui para fora.

Quando, em 2008, o país viveu uma onda de fuga de capitais, com a explosão da remessa de lucros das multinacionais às suas matrizes, a justificativa era a necessidade de essas empresas cobrirem os rombos causados pela crise econômica internacional. Desta forma, a lógica seria que, amenizada a crise, as remessas diminuíssem. Ainda mais com o crescimento acelerado do país nos últimos meses.

Não é isso, no entanto, que acontece. O movimento observado é justo o contrário. Só até maio deste ano, foram remetidos ao exterior 10,8 bilhões de dólares, volume quase 40% superior ao enviado no mesmo período do ano passado. Em 2008, o ano fechou com o recorde de 33,8 bi remetidos ao exterior. Já para este ano, o Banco Central prevê que 32 bi deixem o país, ficando 32% acima do enviado em 2009.

Segundo o jornal Valor Econômico, os setores na indústria que lideram as remessas são as montadoras, o setor metalúrgico, químico e de bebidas. Em serviços: telecomunicações, bancos e as seguradoras. Ao mesmo tempo, o volume de investimento estrangeiro direto permanece estável, com 11 bi entrando até maio, mesmo volume de 2009. Em 2009, o investimento estrangeiro direto teve redução de 42%, indo de 45 bi para 25,9 bi. Ou seja, permanecendo esse movimento, de aumento nas remessas e redução dos investimentos estrangeiros, o envio de lucros vai superar o investimento pela primeira vez desde 1994.

O aumento das remessas vem preocupando analistas e o próprio governo, pois, junto com a redução nas exportações e as importações facilitadas pelo câmbio valorizado, isso aumenta o déficit nas transações correntes, ou seja, o conjunto de tudo o que entra e sai do país. Até maio esse déficit atingia 18,7 bilhões. Com a expectativa de forte redução no ritmo de crescimento em 2011, o déficit vai dificultar o país fechar suas contas, mesmo com as reservas que o Banco Central acumulou nos últimos anos.

Sangria
Se por um lado é verdade que a crise internacional acelerou a remessa de lucros (desde 2008 foram 70 bilhões de dólares enviados para fora), por outro a repatriação dos lucros, assim como a sua aceleração, é um processo permanente, não apenas conjuntural, que independe do recente crescimento interno.

Segundo o Valor, a partir de dados do próprio Banco Central, desde 2004 o país vive uma aceleração na remessas de lucros, que pularam de uma média anual de 5 bi para 7,3 bi, subindo em 2005 para 12,7 bi. Tal aceleração da saída de lucros seria uma conseqüência dos investimentos que entraram no Brasil após a abertura econômica e a desregulação financeira da década de 1990. Uma vez investidos, os mais 160 bi que entraram entre 1995 e 2002 retornam agora para os seus donos, incrementados pelos lucros obtidos nesse período.

Já a remessa de lucros dos investimentos financeiros estrangeiros, sob o governo Lula, também aumentou exponencialmente. De acordo com matéria da revista Exame, desde 2003 foram remetidos anualmente 4,8 bi de dólares, montante 277% maior que os lucros remetidos no governo FHC, de 1995 a 2002.

O que representa o investimento estrangeiro?
Uma ideia bastante veiculada, até mesmo por setores considerados progressistas, é a de que o investimento estrangeiro “produtivo”, ou seja, aquele destinado à ampliação ou construção de fábricas e capaz de aumentar a capacidade produtiva, seria benéfico ao país, ao contrário do investimento financeiro meramente especulativo.

Essa ideia mostra o investimento de uma multinacional quase como uma doação filantrópica a um país subdesenvolvido. O fim do investimento estrangeiro é também utilizado como argumento contra propostas como a nacionalização e estatização das grandes empresas e multinacionais. Como se o país dependesse desses investimentos. O governo teria, portanto, a obrigação de atrair o investimento estrangeiro, lançando mão de toda sorte de benefícios e isenções fiscais.

O outro lado dessa história é que, se num primeiro momento esses investimentos podem representar maior emprego e renda, numa segunda etapa ele volta na forma de lucros, num valor dois, três vezes maior.

No caso da atual tendência de aceleração na remessas de lucros, é o resultado dos investimentos realizados na década de 1990. Tais investimentos não geraram emprego, tampouco renda. Ocorreram na esteira de abertura econômica, desregulação financeira e privatização. Ou seja, resultaram no desemprego em massa, desnacionalização e ampliação da pobreza e miséria. E retornam agora incrementados pelo lucro conseguido no Brasil. Tudo amparado e incentivado pelo governo.

As multinacionais não estão preocupadas com a geração de empregos e o crescimento econômico. Orientam-se pela lógica do lucro. A estatização das multinacionais localizadas no país, além de cessar a remessa de lucros, tornaria possível medidas como a redução da jornada de trabalho, a elevação dos salários e a geração dos empregos, colocando o funcionamento dessas empresas de acordo com as reais necessidades da população.

22 de jul de 2010

Professor Manoel - Deputado Federal:  A segunda parcela=os governos dos bancos! A gover...

Professor Manoel - Deputado Federal: A segunda parcela=os governos dos bancos!
A gover...
: " A segunda parcela=os governos dos bancos! A governadora Yeda comemorou ao receber a notícia que o Banco Mundial vai liberar a segunda parce..."

Jornal Correio do Povo - 22/07/2010

Flores apresenta plano de obras

O candidato do PSTU ao Palácio Piratini, Júlio Flores, apresentou ontem, ao participar da sabatina promovida pelo programa Esfera Pública, da Rádio Guaíba, uma proposta de obras públicas para o Estado. "Priorizaremos a construção de escolas, moradias e hospitais. Isso vai ajudar a resolver problemas estruturais e irá gerar milhares de empregos", afirmou Flores.

A intenção é obter os recursos para os investimentos a partir do combate à sonegação fiscal, término das isenções tributárias às grandes empresas e suspensão do pagamento da dívida do Estado com a União. O socialista defendeu a necessidade de aprofundar a reforma agrária, garantindo a distribuição de terras aos pequenos produtores.

21 de jul de 2010

Jéssica Nucci - 1606 - Deputada Federal: Indústria de Amianto matará mais de 100 mil trabal...

Jéssica Nucci - 1606 - Deputada Federal: Indústria de Amianto matará mais de 100 mil trabal...: "Abri o site da Folha esta manhã e li uma matéria que me chamou atenção. Lobby do amianto gasta mais de RS$100 milhões no Mundo. Chamou atenç..."

www.radioguaiba.com.br

Julio Flores, do PSTU, defende a Revolução Russa como exemplo para a igualdade social no mundo

O candidato é o terceiro a participar do Programa Esfera Pública, da Rádio Guaíba

O candidato do PSTU, o sindicalista Júlio Flores, apresentou, hoje, no programa Esfera Pública, a proposta de governo do partido ao Piratini. Disse que os setores oprimidos da sociedade, como as mulheres, negros e grupos GLBT só terão espaço político em um eventual governo socialista.

Flores criticou a isenção fiscal absurda para grandes empresas como GM e Gerdau, que chegam a R$ 1 bilhão somente em território gaúcho. O candidato acredita, no caso de vencer as eleições, romper o compromisso de pagar a dívida do Estado. Disse que estes recursos serão usados para setores como Saúde e Educação. Também sinalizou com programa de obras públicas em todo o Estado, incluindo infrastrutura e saneamento básico, além da construção de escolas, hospitais e habitações populares. De acordo com ele, só isso garante a criação de milhares de empregos.

Ao ser questionado sobre as origens do PSTU, Flores disse que o partido foi fundado há 15 anos em razão de processo de ruptura dentro do PT, pela Convergência Socialista, que defendia o "Fora Collor". Também citou a influência da Revolução Russa nas diretrizes do PSTU. O candidato acredita que uma mudança na mentalidade da população só vai ocorrer em momentos de crise, lembrando que o próprio Capitalismo tem falhas e contradições que permitem a instalação de um governo socialista.

Sobre eventual aliança entre PSTU e PSol, Flores disse que não foi possível firmar aliança pelas diferenças programáticas, incluindo a defesa da estatização do sistema financeiro. Flores informou que o PSTU não aceita doações de empresas, por ser incompatível com a proposta socialista dos trabalhadores. Lembrou que por princípio ético as doações de campanha são feitas pela militância e com a colaboração individual de trabalhadores.

Julio Flores participa do programa Esfera Pública na Rádio Guaiba

Nosso candidato a Governador, Julio Flores, estará participando do programa Esfera Pública apresentado por Juremir Machado, às 13h de hoje.

Acompanhe a entrevista AO VIVO no link abaixo. 

 http://www.radioguaiba.com.br/


Sabatina com Zé Maria no Portal R7 e Record News


20 de jul de 2010

Derrotar o Governo Yeda e seus aliados!


O Governo Yeda foi péssimo para os trabalhadores. Atacou os direitos dos servidores públicos e quer alterar o Plano de Carreiras; Fez o déficit zero através do corte de investimentos na saúde e educação; Tem uma política de repressão aos movimentos sociais; Defende a privatização do morro Santa Teresa e a privatização dos presídios; É um governo metido em casos de corrupção. Este projeto não pode continuar. Temos que derrotar o Governo Yeda (PSDB) e seus aliados como o PMDB de Fogaça que defendeu este governo até o último minuto e agora se apresenta como algo diferente.

Quase 30% dos gaúchos vivem na pobreza
A pobreza ainda é muito grande. A maioria são mulheres e negros/negras. Segundo os dados divulgados recentemente, 19,5% da população vive na pobreza absoluta, recebem apenas R$ 255,00 mensalmente. Além disso, 6% dos gaúchos vivem na pobreza extrema - com apenas R$ 127,00 mensais - não podendo ter acesso a saúde, educação, emprego, saneamento básico, habitação e uma alimentação digna.

Para mudar essa realidade é preciso acabar com o lucro e ganância das grandes empresas, combatendo a sonegação de impostos e acabando com “renúncia fiscal” do Estado através do FUNDOPEM. Suspender o pagamento da dívida do Estado com a União – que consome mais de 18% do orçamento – e Implantar o imposto progressivo, fazendo com os ricos paguem mais impostos e os trabalhadores menos.

Precisamos mudar, mas Tarso (PT) não é alternativa
12 anos se passaram e os três partidos, dos principais candidatos, já governaram o Rio Grande. Existe uma falsa polarização que está a serviço da manutenção dos projetos de reformas do Estado, como defende a burguesia, através da Agenda 2020. Eles já estão preparando um Reforma da Previdência, Reforma do plano de carreiras dos servidores e aumento das privatizações, através das PPPs. A prova disto é que o próprio Tarso (PT) defende a meritocracia no serviço público.

A situação que vive o nosso povo é fruto de um projeto político que até agora não foi interrompido. Todos os partidos que passaram no governo não mudaram a lógica de governar a serviço dos interesses das grandes empresas.

Para mudar o Rio Grande, precisamos construir um governo socialista dos trabalhadores que enfrente os poderosos para acabar com o déficit social de nosso povo. Fortaleça esta idéia, vote em Julio Flores para Governador, vote 16.




13 de jul de 2010

PESQUISA IBOPE - SENADO

Vera Guasso é a quarta colocada na pesquisa Ibope.


Apesar de estarmos recém iniciando a campanha eleitoral, a candidata do PSTU ao Senado, de esquerda e socialista, Vera Guasso, aparece como a quarta candidata mais lembrada na categoria estimulada da pesquisa Ibope, com 5%.

A pesquisa ocorreu entre os dias 6 e 8 de julho e foram entrevistados 812 eleitores. A pesquisa foi solicitada pelo Grupo RBS.


Foto: Kiko Coelho

12 de jul de 2010

Professor Manoel inicia campanha com jantar em Gravataí.


Neste último sábado (10) ocorreu a primeira atividade de campanha da candidatura a Deputado Federal do Professor Manoel, em Gravataí. A atividade reunião apoiadores, amigos e familiares.

Em sua fala, Vera Guasso – candidata ao Senado – explicou um pouco dos desafios da esquerda NBA atual conjuntura. Fez um balanço dos 8 anos de governo do Presidente Lula e demonstrou as semelhanças entre o mandato de FHC.

Vera Rosane candidata a Vice-governadora, denunciou a situação que vive as comunidades quilombolas e o descaso com a educação pública em nosso Estado.

Já Julio Flores, candidato a Governador, denunciou as políticas aplicadas durante o governo Yeda (PSDB). Defendeu a suspensão do pagamento da divida com a União, que consome 18% do orçamento estadual, e mostrou a importância de apoiar a defesa de um governo socialista, radicalmente democrático e controlado pelos trabalhadores.

Andrea candidata a Deputada Estadual, falou da importância das lutas estarem representadas nas eleições.

A última fala foi de Manoel, que ficou muito emocionado. É a primeira vez que Manoel é candidato pelo partido. Agradeceu a presença e o apoio de todos, convidando os presentes a estarem na linha de frente desta campanha eleitoral. Denunciou a exploração que as multinacionais operam em nosso país, citando o exemplo da própria GM de Gravataí, que explora os trabalhadores e nossas riquezas.

Logo após foi servido o jantar. O sentimento de alegria e emoção tomou conta dos presentes, mostrando que é possível fortalecer um partido socialista sem abandonar suas bandeiras e sem o financiamento privado de campanha.



FONTE: www.manoelpstu.blogspot.com

8 de jul de 2010

Quem é quem?

Nove programas, apenas dois caminhos

O que dizem os programas dos candidatos apresentados ao TSE?

O dia 5 de julho foi o prazo final para o registro das candidaturas à presidência da República. Após algumas desistências, o quadro da disputa para o Planalto fechou em 9 candidatos, contando com a nossa candidatura do PSTU.

A grande imprensa tenta reforçar a falsa polarização entre PT e PSDB, tachando as demais candidaturas como “nanicas”, à exceção de Marina Silva que vem cumprindo um papel auxiliar dos tucanos. Por trás desse termo se esconde um esforço de estigmatizar as candidaturas que fogem do eixo dos grandes partidos, dando-lhes um aspecto “folclórico”, ou seja, de que não deve ser levado a sério.

É uma forma de se desviar a atenção para o que deveria ser de fato discutido nessa campanha eleitoral: o programa político de cada candidato. Qual o programa que está por trás de Dilma, Serra ou Marina Silva? No registro, cada candidato é obrigado a apresentar um resumo de seu programa político. Embora seja algo meramente formal, uma rápida análise nos diferentes programas submetidos ao TSE ajuda a indicar o caráter de cada candidatura.

Duas candidaturas, um só programa

O programa apresentado por José Serra expressa bem qual será a principal dificuldade de sua campanha. Na verdade, o candidato tucano não apresentou nenhum programa de governo. O PSDB se limitou a transcrever dois discursos do então pré-candidato em eventos de campanha e registrá-lo como se fossem diretrizes de um futuro governo tucano. Sem ter como se diferenciar politicamente da candidatura Dilma, Serra dedicou algo como dois terços desses discursos para falar sobre suas qualidades pessoais de “bom gestor” e de como teve uma “infância pobre”, que superou com “trabalho e suor”.

Já a candidata do governo, Dilma Roussef, apresentou na manhã daquele dia o programa aprovado pelo congresso do PT. Após polêmicas com alguns pontos do texto, como a defesa da redução da jornada de trabalho para 40 horas ou a restrição aos grandes monopólios de mídia (que o congresso havia aprovado a fim de satisfazer as correntes de “esquerda”), o PT simplesmente cortou esses pontos e apresentou um outro documento editado ao final do dia, mostrando que mesmo esses pontos limitados não passavam de medidas cosméticas num programa de governo essencialmente neoliberal.

O documento da petista se limita a defender o governo Lula e pregar a sua continuidade. Citando apenas promessas genéricas do tipo “ampliar e melhorar” tal coisa, a candidata petista faz a defesa explícita do setor que é visto pelo governo como prioritário. “Continuar e aprimorar as políticas de fortalecimento do agro-negócio”, afirma um trecho do programa, que também prega a ampliação da política de subsídios a bancos e empresas, através de uma profunda reforma tributária que desonere os empresários. Ou seja, em bom português, continuar transferindo recursos públicos em prol do lucro de um punhado de empresários e banqueiros.

As duas candidaturas majoritárias se limitam, então, a brigar entre si para ver quem é o legítimo sucessor do governo Lula. Nenhuma medida para resolver o problema do desemprego crônico do país ou mesmo para acabar com a miséria e pobreza que fazem com que 35% das famílias brasileiras passem fome (pela recente pesquisa POF do IBGE). As propostas se limitam a continuar e aumentar o Bolsa Família. Ou seja, “nanica”, na verdade, é a diferença entre Dilma e Serra. Ou o salário e perspectivas dos trabalhadores.

E Marina?

Marina Silva tem tido uma repercussão na imprensa desproporcional à sua intenção de votos. O programa apresentado ao TSE deixa claro o porquê de tanta boa vontade. Justiça seja feita, o seu programa é bem mais detalhado do que o de Dilma ou Serra. Mas nem por isso melhor. O programa apresentado pela candidata do PV é tão ou mais neoliberal que os outros dois.

O programa “verde” faz rasgados elogios à política econômica dos governos FHC e Lula. Mais que isso, o programa fala abertamente de uma nova reforma da Previdência. O seu programa ainda propõe “separar os benefícios previdenciários da Seguridade Social”. Isso significa oficializar uma manobra que os defensores da reforma já fazem hoje, a fim de “criar” um déficit da previdência e impedir reajustes aos aposentados ou medidas como o fim do fator previdenciário.

Um programa socialista


Nossa candidatura apresentou diretrizes que propõe uma clara ruptura com o imperialismo como pré-condição para que sejam possíveis medidas como emprego, saúde e educação para toda a população. Desta forma, ao invés de pagar a dívida pública aos grandes especuladores internacionais, por exemplo, investiríamos massiçamente em serviços públicos e na geração de empregos.

Infelizmente, mesmo a candidatura do companheiro Plínio se mostra bastante limitada, propondo apenas a “auditoria e suspensão da dívida”, ao invés de propor concretamente a ruptura com o pagamento da dívida e o imperialismo.

Nossa candidatura apresenta um conjunto de medidas como uma reforma agrária ampla, a estatização das grandes empresas e a nacionalização e estatização do sistema financeiro como formas de se garantir o pleno emprego, o fim definitivo da pobreza e miséria, rumo a uma sociedade mais justa e igualitária. É a única forma de se ter mudanças profundas, estruturais para os reais problemas do nosso povo.

Na próxima semana publicaremos uma edição de nosso jornal, Opinião Socialista, especialmente dedicado ao nosso programa. Ele trará uma síntese de um seminário que realizamos recentemente e que discutiu questões como reforma agrária, emprego, o problema da moradia e a luta contra as opressões.

Por Zé Maria, candidato a Presidente pelo PSTU.

Quem disse que sumiu?

Chapa apoiada pela ANEL vence eleições do DCE da UFRJ

Em uma madrugada de muita emoção, do dia 1º a 2 de julho, uma das principais disputas do movimento estudantil neste ano terminou com vitória para a ANEL (Assembleia Nacional dos Estudantes-Livre). O DCE-UFRJ seguirá na luta e impulsionando a reorganização entre os estudantes lutadores de todo o Brasil.


A derrota da chapa 1 - claramente identificada com a UNE - em meio a uma conjuntura desfavorável aos setores de oposição de esquerda ao governo Lula, interrompe um ciclo em que as chapas governistas venceram a maior parte das eleições de DCE desde o fim de 2009. Uma vez mais, uma das maiores universidades federais do Brasil diz “não” à União Nacional dos Estudantes. A força de um trabalho estrutural sólido prevaleceu sobre as ilusões em um governo que segue implementando planos de desmonte do ensino superior público.

A Juventude do PSTU parabeniza a chapa 2 “A UFRJ que queremos” e saúda a unidade construída entre a ANEL e a oposição de esquerda da UNE naquela Universidade. Desejamos que essa vitória inspire ambos os setores a realizar neste segundo semestre uma campanha unificada em defesa da qualidade de ensino e a reproduzirem chapas unitárias nas próximas eleições por todo o país.

Chapa 1 - Um novo enredo – 1851
(PCdoB + PT + Independentes)

Chapa 2 - A UFRJ QUE QUEREMOS! – 2555
(PSTU + PSOL + independentes)

Chapa 3 - Correnteza – 588
(PCR + Independentes)

Chapa 4 - Revida, Minerva – 1020
(Coletivo Marxista + Independentes)

Chapa 5 - A UFRJ pode – 823
(PSDB + Independentes)

Nulo/ branco – 102
Total – 6939

Por Jorge Badauí, RJ - Portal PSTU

7 de jul de 2010

Foi dada a largada....

Planejamento e reuniões com apoiadores marcam o início de campanha


O PSTU começa a campanha eleitoral dando continuidade ao planejamento de atividades e reuniões com apoiadores. As  reuniões que estão ocorrendo têm como objetivo convidar os simpatizantes, de nossas candidaturas, para participarem das atividades de campanha e para arrecadar recursos financeiros para dar início à produção de materias e do programa de TV.

No primeiro dia de campanha, Julio Flores – candidato a Governador - visitou escolas estaduais e esteve solucionando pendências acadêmicas. Nesta quarta, grava o programa  Domínio Público, apresentado por Jairo Jorge, na Ulbra TV às 14h. A noite participa de reunião da coordenação de campanha.

PERFIL DOS CANDIDATOS – Também iniciou a gravação de reportagens, que vão abordar os temas relacionados às candidaturas do PSTU. Com esse material será produzido vídeos de 10 minutos que estarão disponíveis neste blog e nas mídias alternativas de cada candidato. Além disso, 90 segundos desse material será disponibilizado no portal de notícias da Zero Hora.

1 de jul de 2010

Luta contra o preconceito

MINI PARADA LIVRE REÚNE 3 MIL EM PORTO ALEGRE

No último domingo (27) ocorreu a 3º Mini parada organizada pelo grupo Desobedeça- direitos humanos e CSP-Conlutas na redenção. Em mais um ano a prefeitura de Porto Alegre tenta calar e barrar este acontecimento. Uma manifestação que não é construída com o dinheiro dos governos e nem seus governantes. Financiada pelos sindicatos, trabalhadores e estudantes a Mini Parada Livre vem se consolidando como uma manifestação que marca a luta contra a homofobia e na defesa de direitos. Na Mini Parada Livre, quem manda não é quem governa e sim todos aqueles e aquelas que sentem na pele a opressão e repressão todos os dias devido a sua orientação sexual.


Sabemos que assim como a parada de Porto alegre, a Mini parada ocorre no estacionamento do parque da redenção, mas este ano a prefeitura resolveu que naquele local haveria um evento da empresa Paquetá com o apoio da RBS no mesmo horário, com uma mega estrutura de som e palco, colocando o carro de som da mini parada no largo do estacionamento da UFRGS, que fica atrás do estacionamento da redenção.

Quem vinha do arco em direção ao estacionamento não visualizava a concentração da mini parada antes da caminhada, mas mesmo assim, a Prefeitura não conseguiu barrar que cerca de 3 mil pessoas participassem , neste dia 27 de junho, um dia antes do dia do orgulho gay, dia em que ha protestos e reivindicações por direitos homossexuais e celebração por aqueles que lutaram ou foram assassinados por reivindicarem dignidade e visibilidade para toda a comunidade gay.

Por volta das 17h foi dado inicio a caminhada, saindo da redenção chegando até a rua Lima e Silva, em frente ao shopping Nova Olária, onde foram feitas as ultimas, mas não menos importante, reivindicações, devido ao constante ataque dos baristas e da brigada militar que todo o domingo oprimem centenas de jovens, na sua maioria homossexuais oriundos da classe trabalhadora, que se reúnem pacificamente no local. Logo após todos os participantes foram convidados para confraternizarem nos bares na rua da Republica, bares estes que não reproduzem o preconceito.

O PSTU vem participando ativamente do fortalecimento da Mini Parada Livre em alternativa aos grandes shows, patrocinados pelos governos e empresas, que ocorrem oficialmente nas grandes capitais. O exemplo de Porto Alegre mostra que é possivel construir um pólo alternativo contra a homofobia e em defesa dos direitos dos GLBTTs - Gays, Lésbicas, Bissexuais, Transgêneros e Travestis.

Por fim, gostaríamos de parabenizar, todos e todas que participaramm direta ou indiretamente da construção da mini parada, e todos e todas que participam e acreditam que só na luta conjunta é que poderemos alcançar nossos direitos e mudar a sociedade. Sempre lembrando que a base do capitalismo esta nas opressões e que só no socialismo poderemos acabar com todo o tipo de opressão e preconceito, e para combater a homofobia a nossa luta é todo dia.

Por Lisiane Storniolo - Secretaria GLBT do PSTU