24 de out de 2013

REGIÃO METROPOLITANA É ATINGIDA POR FORTE CHUVA

Há menos de 10 meses para a Copa do Mundo a população da Região Metropolitana de Porto Alegre sofre com as intempéries, que no dia de ontem deixaram mais de 500 desabrigados, em 13 municípios, e milhares sofreram com a falta de transporte público.

Trânsito parado no centro de POA - Tiago Rublescki

As chuvas que atingiram ontem a região de maior aglomeração populacional do Estado, Região Metropolitana de Porto Alegre, evidenciaram que a população ainda carece de medidas básicas de infra-estrutura. As chuvas de ontem não foram um caso isolado. Outras chuvas nesse ano alagaram cidades como Sapucaia do Sul e Esteio, também o Bairro Sarandí, da zona norte de Porto Alegre, sofreu com as fortes chuvas desse ano e centenas de casas foram alagadas.

A tempestade tropical que caiu ontem no Estado colocou em cheque não somente a infra-estrutura básica de escoamento de água, mas também toda a estrutura de mobilidade urbana que liga as cidades da Região Metropolitana. Com o bloqueio da BR-116 e com a falha elétrica no Trensurb – ambos ocasionados pela chuva, os trabalhadores que necessitam dia-a-dia utilizar essas vias para trabalhar se viram presos ao meio do caos, tendo que ficar horas esperando em engarrafamentos e nas estações do trem.

Devido ao caos na locomoção e aos alagamentos, milhares de pessoas ficaram a mercê da sorte, sem a mínima segurança, com a falta de serviços básicos de saúde e Defesa Civil. Por pouco no dia de ontem a população gaúcha não presenciou uma catástrofe. 


Imagina na Copa...
Ontem, para aqueles que não tinham outra alternativa do que tentar chegar aos seus locais de trabalho, uma frase foi muito ouvida nas ruas: imagina na copa... A Copa do Mundo foi vendida para a população como a solução dos problemas de infra-estrutura e mobilidade urbana. Bilhões de reais dos cofres públicos foram usurpados com esse fim. A construção dos mega estádios e complexos esportivos tinham como contrapartida o investimento nas cidades que receberão os jogos. Porém, como a voz das ruas já mostrava nas Jornadas de junho, todo esse discurso não passou pela prova dos fatos. Hoje, a 10 meses da Copa, evidenciamos o caos que uma chuva pode ocasionar. Faltam serviços básicos, milhares de casas cotidianamente sofrem alagamentos por chuvas muito menores, e a mobilidade urbana nos grandes centros urbanos, que já é precária, em dias como o de ontem simplesmente param.

Os governos federais, estaduais e municipais falharam até mesmo na garantia de uma cidade "padrão FIFA" para receber os turista. Agora tem que correr para maquiar os estragos. Enquanto isso a população mais carente sofre a cada intempérie, sem investimentos básicos em infra-estrutura e transporte público. Os trabalhadores tem pressa e não estão mais dispostos a ficar sentados esperando.


19 de out de 2013

Contra o Leilão de Libra

Editorial ZH 19/10


O Jornal Zero Hora no seu editorial deste sábado (dia 19) cumpriu mais uma vez o papel de defesa dos grandes interesses do capital ao defender o leilão do pré-sal e o uso das Forças Armadas para garantir a segurança do leilão para exploração do campo de Libra, a ser realizado na próxima segunda-feira.

Acusam o PSTU e o Psol de serem os responsáveis pelo tumulto contra o leilão. Diferente do tom pejorativo que a Zero Hora apresenta, devemos dizer que sim, nós do PSTU somos contra uma das maiores privatizações de nossas riquezas naturais e por isso estamos com os trabalhadores de várias categorias, mas principalmente os petroleiros que se mobilizam contra essa privatização. Os trabalhadores petroleiros seguem em uma forte greve nacional por tempo indeterminado. A categoria protesta contra o leilão de libra e também reivindica uma nova proposta de Acordo Coletivo de Trabalho da Petrobrás. A luta é também para barrar o PL 4330, que legaliza a terceirização nas atividades fins, representando um duro ataque aos trabalhadores de todo o país.


Cartazes contra o leilão - PSTU Porto Alegre


Dilma enviará tropas do Exército e da Força Nacional para o local em que acontecerá o leilão de Libra, no Rio de Janeiro, numa postura claramente antidemocrática e que nos remete aos anos de chumbo da ditadura militar. Mais de mil homens serão destacados para esta tarefa, pois a PM assassina de Sérgio Cabral está “cansada”.



O PSTU é contra e está denunciando esta entrega das nossas riquezas naturais pelo Governo Dilma. Essa é uma luta dos movimentos sociais e do povo brasileiro. Todo apoio a greve dos petroleiros! Não ao leilão de libra!




Dez motivos para barrar o leilão de libra:


1. Crime de lesa-pátria
Libra é a maior descoberta de petróleo do país e uma das maiores do mundo. Ao longo de seus 60 anos de história, a Petrobras descobriu, até hoje, aproximadamente 15 bilhões de barris. O petróleo que será vendido por Dilma, descoberto sozinho pela Petrobras, praticamente dobrará as reservas brasileiras, porque concentra cerca de 12 bilhões de barris. Ou seja, o PT colocará à venda o equivalente a uma Petrobras inteira. Libra está estimada em R$ 3 trilhões, sendo que será entregue por R$ 15 bilhões. Esses números são suficientes para definir o leilão de Libra como um crime de lesa-pátria.


2. Leilão é privatização
Um dos argumentos da brigada governista para justificar o crime praticado pelo PT é afirmar que o leilão de Libra não é privatização. O uso de eufemismos para esconder que Dilma segue à risca a mesma agenda privatizante do PSDB não é novidade. Os nomes são variados, as formas são muitas, o conteúdo é o mesmo: o leilão de Libra é, sim, privatização. Recurso finito, o petróleo deste campo será explorado pelo consórcio vencedor por 40 anos. Quem duvida que em quatro décadas as petrolíferas estrangeiras não vão secar esta reserva ou, no mínimo, comprometê-la significativamente sem nenhuma contrapartida social?

3. Passaporte para o futuro
Durante a campanha eleitoral de 2010, ainda candidata à presidência, Dilma cunhou uma frase sobre o pré-sal brasileiro que agora, em 2013, três anos depois, se volta contra ela: o petróleo encontrado nesta bacia é um “passaporte para o futuro”. A presidente estava correta. Com a suspensão do leilão, com o ritmo e forma de produção sob uma lógica estatal, sob as mãos da Petrobras, o campo de Libra seria suficiente para baratear o preço do gás de cozinha e da gasolina, garantir 10% do PIB para a Educação, 10% do PIB para Saúde e transporte público de qualidade, com passe-livre para estudantes e desempregados.

4. Recursos de Libra irão para banqueiros e especuladores
Infelizmente, ao contrário do que Dilma vem afirmando, o leilão de Libra não trará desenvolvimento ao país. Coerente com sua política econômica, baseada no privilégio e apoio aos banqueiros e empresas, a presidente pretende “acalmar” o mercado financeiro e usar todo o recurso obtido com as privatizações para apresentar um superávit primário robusto (uma espécie de poupança do governo) e continuar injetando recursos no pagamento da dívida pública, responsável, em 2012, pela sangria de quase metade (43,98%) do orçamento federal.

5. Royalties: ilusão e migalhas
Dilma diz, sistematicamente, que os royalties do pré-sal permitirão uma revolução nas escolas públicas brasileiras. Mas não é verdade. De acordo com levantamento feito pela Auditoria Cidadã da Dívida, somente 1,65% do Pré-sal iria para a educação. A perspectiva é de que os royalties sobre os poços atuais gerarão, no máximo, 0,6% do PIB em 2022! Discutir os royalties é se debruçar sobre migalhas enquanto está em curso a maior privatização da história do país.

6. Tesouro cobiçado... e monitorado
Em março de 2011, quando Obama visitou o Brasil, Dilma firmou com o presidente americano um pacto de dez acordos de cooperação. Um deles, o mais importante, era sobre o Pré-sal. “O petróleo descoberto aqui pode representar duas vezes as reservas americanas. Queremos ajudar a desenvolvê-las de forma segura, para depois sermos seus maiores clientes. Os EUA não poderiam estar mais contentes com o potencial de uma nova fonte estável de energia”, afirmou Obama na época. Não por acaso, o governo estadunidense vem espionando há alguns anos a Petrobras.

Este monitoramento, certamente, conferiu localização privilegiada às multinacionais americanas que, mesmo fora do leilão diretamente, possuem tentáculos na própria Petrobras, por meio de ações e parcerias de exploração, e em outras multinacionais. A espionagem internacional engrossou a lista de razões para a suspensão do leilão e rendeu um discurso duro de Dilma na ONU que, infelizmente, não passou disso: discurso, palavras ao vento.

7. Oposição em amplos setores
No caso das recentes privatizações, ficou reservada basicamente à oposição de esquerda ao PT a tarefa de denunciar essas medidas. Entretanto, com o Campo de Libra é diferente. Amplos setores se posicionam contra o leilão e este elemento é fundamental para entendermos a dimensão do crime patrocinado por Dilma. Ou seja, não é apenas a “ala radical” que diz que este leilão é um ataque aos interesses nacionais. A indignação é generalizada. Alguns nomes ilustram este cenário como José Sergio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras e futuro candidato ao governo do Estado da Bahia pelo PT; Ildo Sauer, ex-diretor de Gás e Energia da Petrobras; Fernando Siqueira, vice-presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet), e Guilherme Estrella, também ex-diretor da empresa.

8. Impedir a privatização da Petrobras
Parte do processo do leilão do Pré-sal é a própria privatização da Petrobras. Hoje, a maior empresa do país sofre um duro ataque: desinvestimentos com a venda de inúmeros ativos, redução de custos com a manutenção das unidades e a consequente elevação do risco de acidentes. Os petroleiros estão há 17 anos sem aumento real e a política de concursos públicos está sendo substituída pelas terceirizações. Hoje, existem pouco mais de 80 mil empregados diretos e quase 400 mil terceirizados. Tudo isso sob o governo do PT, que atua como agente dos acionistas da empresa. Barrar o desmonte da Petrobras, hoje subordinada à lógica do lucro, passa, necessariamente, pelo cancelamento imediato do leilão de Libra.

9. Fortalecer a luta por uma Petrobras 100% estatal
Em março deste ano, 26,9% das ações ordinárias da Petrobras (com direito a voto) e 43,7% das ações preferenciais (sem direito a voto, mas com prioridade para abocanhar o lucro da empresa) estavam em mãos de estrangeiros, em sua grande maioria do capital financeiro dos EUA. Ou seja, mesmo nas mãos do Estado, ela está sendo vendida aos poucos. Por isso, a defesa contra o leilão traz, consequentemente, a luta por uma Petrobras 100% estatal, sob o controle dos trabalhadores, com o resgate do monopólio estatal do petróleo sem nenhuma indenização às multinacionais. Uma Petrobras estatizada seria um instrumento estratégico de aplicação das políticas energéticas e da soberania nacional.

10. Um ataque à soberania nacional
A década de 1990 foi marcada pela política neoliberal de FHC, que entregou ao capital privado setores estratégicos como a siderurgia, mineração, energia, telefonia e bancos. Salários foram rebaixados e empregos destruídos. Este pacote de privatizações atendia claramente às orientações do FMI. Entretanto, longe de ter recuperado essas empresas ou suspendido a subordinação e dependência do país ao imperialismo, o PT preserva e aprofunda este processo com empréstimos via BNDES às multinacionais e, mais ainda, com as privatizações dos portos, aeroportos, rodovias, ferrovias e, agora, do Pré-sal. Sozinho, o leilão de Libra supera todas as privatizações do governo tucano.



16 de out de 2013

Começa a organização do PSTU em Carazinho



No dia 09 de outubro, na Câmara de Vereadores da cidade, aconteceu uma reunião de apresentação do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado, com a presença da companheira Vera Guasso, presidente estadual do partido. 

Na ocasião Vera abriu a discussão com a situação política do país depois dos protestos de junho e fez a apresentação do partido para os presentes. Várias companheiras trabalhadoras em educação atenderam o convite feito pela companheira Izaura Osório, filiada do PSTU e conselheira do CPERS, assim como do companheiro Nelson diretor geral do CPERS da região e também filiado ao partido. Também estavam presentes as duas companheiras que há poucos dias tinham participado do I Encontro nacional do Movimento Mulheres em Luta, o MML. A companheira Noeli, uma histórica liderança do movimento negro e de mulheres da cidade, se declarou simpatizante do partido e que quer atuar conjuntamente no combate a opressão e assim ter certeza de sua adesão ao partido, tendo em vista que militou por muito tempo no PT e  se sente traída e muito desconfiada. A jovem universitária Jéssica que esteve também no encontro do MML, mostrou entusiasmo com o encontro e com a atividade do PSTU que foi feita em BH.

A reunião teve também a divulgação da imprensa local (rádio e jornal) e serviu para divulgar e, principalmente organizar, o partido na cidade com a constituição de um diretório municipal, tendo a companheira Izaura Osório como Presidenta municipal. Todas as pessoas presentes, filiadas ou não, serão muito importantes para construir na cidade uma alternativa dos trabalhadores e da juventude, uma alternativa de luta e socialista. Ficou o compromisso de divulgarem na cidade a campanha que o partido vem impulsionando junto com o movimento social contra a criminalização de Tarso; contra o leilão de Dilma do petróleo no campo de libra e em novembro impulsionar uma campanha contra a discriminação racial tendo em vista o 20 de novembro, o dia da consciência negra. 

12 de out de 2013

ATO CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS

Foto: Aline Costa


Na última quinta-feira (10 de outubro), trabalhadores e estudantes se reuniram em frente a sede do governo do estado, Palácio Piratini, para protestar contra a criminalização dos movimentos sociais e os abusos da polícia. Essa ação foi chamada pelo Comitê de Apoio e Solidariedade às Mobilizações em Curso Contra a Criminalização dos Movimentos.



Nas últimas semanas, a sociedade gaúcha vem acompanhando a escalada de repressão violenta promovida pelo governo do RS contra ativistas, militantes e dirigentes do movimento social e de organizações de esquerda. Sem precedente na história recente do nosso Estado, o governo Tarso decidiu colocar sua polícia a serviço de ações de perseguição e criminalização de lutadores.



Lutar não é crime!


Contra a criminalização aos movimentos sociais!

Confira a nova rádio PSTU: Especial Contra a Criminalização e a Repressão aos Movimentos Sociais:



10 de out de 2013

O Encontro do MML é o Mais Vitorioso dos Últimos 20 Anos

Nos dias 4 e 5 de outubro, ocorreu em Sarzedo, Minas Gerais, o 1º Encontro do Movimento Mulheres em Luta (MML) contando com a participação de aproximadamente 2300 mulheres, sendo o maior encontro de mulheres dos últimos 20 anos. O encontro foi uma vitória, pois votou as principais políticas para as mulheres direcionadas ao próximo período, além de contar com o dobro do número de participantes do que era esperado. A presença de ativistas de todo o mundo também foi um diferencial importante que deu ao movimento um caráter internacionalista, essencial para a luta das mulheres classistas em todo o mundo.

O encontro contou com a participação de Elisabeth Gomes da Silva, esposa de Amarildo - ajudante de pedreiro desaparecido na Favela da Rocinha. Ela denunciou a real intenção das UPP's, afirmando que "eles são, na verdade, bandidos, por que batem em trabalhadores e não se preocupam com os verdadeiros crimes! Uma menina foi estuprada na Rocinha, e onde eles estavam?" Ela foi apoiada por todo o encontro, por ser uma mulher, trabalhadora e negra, que está na luta junto com muitas outras mulheres por verdadeira justiça social. Amanda Gurgel, vereadora do PSTU , professora, também esteve presente no encontro, dando uma importante contribuição ao espaço. Ademais delas, estiveram presentes Lola, do blog Escreva, Lola, Escreva, além de Sara Al-Suri, ativista síria e militante da LIT. 

Beth, Esposa de Amarildo

Houve diversos debates nos Grupos de Discussão no primeiro dia do encontro, como o Grupo de Mulheres Negras, Mulheres Lésbicas, Mulher Transsexual, Prostituição, Educação, Mulher no Sindicato, Violência Contra a Mulher, Mulher Operária, Mulher Jovem, entre outros. As resoluções tiradas nos GD's foram importantes para definir a principal política que será tocada pela entidade, que será contra a violência às mulheres.

Helena Silvestre, dirigente de movimento de luta por moradia (Osasco)

Sara Al-Suri, ativista síria e militante da LIT


A delegação gaúcha teve um peso importante no encontro, pois estiveram presentes mais de 70 mulheres, tendo como sua maioria professoras, que estão na luta pelo piso nacional - que não é cumprido pelo governo Tarso Genro. Além disso, a juventude também teve uma importância significativa na delegação.  

O encontro foi um importante espaço de reorganização das mulheres classistas de todo o país, que mostraram sua força, sua garra e sua vontade de lutar. Caracterizou-se por ser classista, internacionalista, independente financeiramente e de muito debate político.

Amanda Gurgel, vereadora em Natal (RN) pelo PSTU

Chega de agressão, abaixo o machismo e a exploração!

Contra a violência às mulheres!

1 de out de 2013

NOTA SOBRE A REPRESSÃO AOS MOVIMENTOS SOCIAIS

Nesta terça-feira, 1º de outubro, a polícia do governo Tarso Genro (PT) invadiu a casa de uma série de ativistas do movimento social e de organizações de esquerda na cidade de Porto Alegre (RS). Numa ação absurda, foram invadidas as casas dos militantes Matheus Gomes (PSTU), coordenador do DCE da UFRGS, e Lucas Maróstica (PSOL), ambos do Bloco de Lutas pelo Transporte Público. A polícia também invadiu o espaço cultural anarquista Moinho Negro em busca de computadores e celulares, sob a acusação de formação de quadrilha.

Mais uma vez, o governo Tarso reprime e persegue lutadores que participaram ativamente das mobilizações que vem sacudindo o país desde junho. É a mesma postura repressiva que o governo utilizou de forma generalizada contra as passeatas, através do uso de bombas de gás e tiros de borracha. São métodos violentos similares aos da ditadura militar, com agentes infiltrados no movimento, e agora com perseguição e invasão das casas de vários ativistas.

Durante as Jornadas de Junho, a sede da Federação Anarquista Gaúcha (FAG) já tinha sido invadida. As invasões que se iniciaram hoje pela manhã têm uma tendência a se ampliar para outros ativistas. Essa postura escandalosa do governo Tarso é mais um ataque aos movimentos sociais. Na semana passada, três professores foram presos de forma truculenta após uma manifestação e, agora, estão sendo indiciados pelo governo.

Nós, do PSTU, seguiremos lutando contra a criminalização dos movimentos sociais, e faremos uma denúncia implacável ao governo Tarso. Essa é uma tarefa do conjunto dos movimentos sociais na defesa de cada ativista e contra a repressão dos movimentos sociais.

Para saber mais, ouça o nosso programa de rádio desta semana "Contra a Repressão":