13 de mai. de 2010
10 de mai. de 2010
7 de mai. de 2010
ELEIÇÕES 2010
Vera Guasso é indicada como pré-candidata ao Senado pelo PSTU
Após a confirmação das candidaturas de Paulo Paim (PT), Germano Rigotto (PMDB) e Ana Amélia Lemos (PP), o PSTU definiu pela indicação de Vera Guasso para fazer a disputa ao Senado. Todas as pré-candidaturas, até então, representam partidos políticos que compõe a base de apoio do governo Lula.
A decisão de lançar a pré-candidatura de Vera Guasso ao Senado é uma iniciativa para disputar um espaço político e eleitoral à esquerda do governo Lula/Dilma e de oposição à candidatura de José Serra (PSDB). Além disso, “queremos construir um perfil próprio do partido, fortalecendo o PSTU perante a população. Nossa campanha vai denunciar a falsa polarização eleitoral entre Dilma e Serra. Quem fala que o governo “pode mais”, na prática, está defendendo mais do que já vem sendo feito. A postura de oposição do PSDB é conjuntural. Dilma e Serra, em essência, defendem o mesmo projeto para o país. O PSTU defende um novo rumo para o Brasil e a candidatura ao Senado da companheira Vera Guasso estará a serviço desse projeto” afirma Giovanni Mangia, coordenador de campanha do PSTU.
MAIS UM PRESIDENCIÁVEL VISITARÁ PORTO ALEGRE – Seguindo agenda de atividades, reuniões e atos de apresentação da pré-candidatura à presidência da república, Zé Maria estará em Porto Alegre no dia 21/05. Na oportunidade o pré-candidato participará de reuniões partidárias e de um ato político - que ocorrerá no auditório do Cpers/Sindicato às 19h - ao lado de Julio Flores, pré-candidato ao Governo do Estado e de Vera Guasso pré-candidata ao Senado.
O presidenciável já visitou o RS, MG, RJ, CE, PA, DF, SE e SP. Mesmo percorrendo o país em atividades de campanha da pré-candidatura, Zé Maria não vem tendo uma cobertura adequada por parte da imprensa. A definição dos grupos de comunicação, com concessão pública, de dar maior destaque as candidaturas com poder econômico superiores, não poderia impor uma “censura” aos demais candidatos. Adequação de espaço é diferente de exclusão, e que deve ser corrigido após o inicio da campanha eleitoral obrigatória na televisão e rádio. Para Zé Maria isso vem ocorrendo porque “A mídia tem seus interesse econômicos e expõe isso pelos candidatos que divulgam. Os que não apóiam o sistema do neo-capitalismo são ignorados pela grande imprensa”.
Lula quer vetar!
Conlutas conclama luta pelos 7,7% aos aposentados e pelo fim do Fator Previdenciário.
Fortalecer as mobilizações em Brasília pelos 7,7% de reajuste e pelo fim do Fator Previdenciário. É necessário derrotar a política de veto do Governo Lula e recuperar salários, aposentadorias e pensões
Os aposentados protagonizaram uma grande vitória na última terça-feira (4) com a aprovação na Câmara dos Deputados do reajuste de 7,7% e o fim do Fator Previdenciário.
Segundo um dos coordenadores da Conlutas, Luis Carlos Prates, o Mancha, dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Joe dos Campos, o líder do governo, Candido Vacarezza, insistiu diversas vezes que o governo não aceitaria nenhum reajuste superior a 7%, apesar de seu objetivo ser mesmo 6,14%.
“Mas os aposentados não desistiram”, disse Mancha. “Por volta de 15h, do lado de fora do Congresso, em frente a Catedral de Brasília, mais de 500 aposentados iniciavam uma marcha até o plenário da Câmara”, comentou. Vieram aposentados e pensionistas interior de SP, Minas Gerais, de Goiás e das redondezas de Brasília para pressionar os deputados.
Intensificar mobilização - Mas essa vitória ainda é parcial. A votação irá ao Senado na próxima semana e o presidente Lula ameaça vetar se o reajuste e o fim do fator também forem aprovados pelos senadores. Por isso, é necessário ampliar a mobilização em defesa da luta dos aposentados.
A COBAP está convocando manifestações para a próxima terça-feira (11), em Brasília e, mais uma vez, a Conlutas se fará presente. Se desde o início a nossa entidade participou dessa luta, agora, neste momento decisivo, irá intensificar a participação.
Na passeata da semana passada, liderada pela COBAP, houve forte presença da Conlutas, da Força Sindical, da NCST e diversos parlamentares. Precisamos fortalecer a mobilização na próxima semana.
Mas não basta participar da mobilização em Brasília, a Conlutas orienta a que todas as entidades filiadas incorporem esse tema em seus materiais impressos, debatam o assunto em todos os locais de trabalho e imediatamente incluam esse assunto nas assembléias que estão ocorrendo para a eleição dos delegados (as) para os congressos da Conlutas e da Classe Trabalhadora.
Além do reajuste, a luta pelo fim do Fator Previdenciário, imposto pelo governo FHC e sustentado pelos mais de sete anos de governo Lula, tem sido uma de nossas bandeiras constantes em atos, mobilizações, manifestos, debates e inúmeras outras iniciativas. A Conlutas entende que essa medida ataca profundamente o conjunto da classe trabalhadora brasileira.
Agora é hora de unidade com todas as centrais e movimentos sociais. Vamos exigir que não se negocie nada abaixo dos 7,7%.
A Conlutas acredita ainda que é possível sim reajustar as aposentadorias e pensões emergencialmente em 9,14% retroativo a janeiro deste ano, como foi o reajuste do salário mínimo. A reação do presidente Lula dizendo que vetará esse reajuste só comprova que este governo está ao lado dos interesses imperialistas contra os trabalhadores. Seus planos não são diferentes dos planos econômicos, como o da Grécia, que arrocham os salários dos trabalhadores e dos aposentados.
Diga não ao veto de Lula!
Fortalecer as mobilizações em Brasília pelos 7,7% de reajuste e pelo fim do Fator Previdenciário. É necessário derrotar a política de veto do Governo Lula e recuperar salários, aposentadorias e pensões
Os aposentados protagonizaram uma grande vitória na última terça-feira (4) com a aprovação na Câmara dos Deputados do reajuste de 7,7% e o fim do Fator Previdenciário.
Segundo um dos coordenadores da Conlutas, Luis Carlos Prates, o Mancha, dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Joe dos Campos, o líder do governo, Candido Vacarezza, insistiu diversas vezes que o governo não aceitaria nenhum reajuste superior a 7%, apesar de seu objetivo ser mesmo 6,14%.
“Mas os aposentados não desistiram”, disse Mancha. “Por volta de 15h, do lado de fora do Congresso, em frente a Catedral de Brasília, mais de 500 aposentados iniciavam uma marcha até o plenário da Câmara”, comentou. Vieram aposentados e pensionistas interior de SP, Minas Gerais, de Goiás e das redondezas de Brasília para pressionar os deputados.
Intensificar mobilização - Mas essa vitória ainda é parcial. A votação irá ao Senado na próxima semana e o presidente Lula ameaça vetar se o reajuste e o fim do fator também forem aprovados pelos senadores. Por isso, é necessário ampliar a mobilização em defesa da luta dos aposentados.
A COBAP está convocando manifestações para a próxima terça-feira (11), em Brasília e, mais uma vez, a Conlutas se fará presente. Se desde o início a nossa entidade participou dessa luta, agora, neste momento decisivo, irá intensificar a participação.
Na passeata da semana passada, liderada pela COBAP, houve forte presença da Conlutas, da Força Sindical, da NCST e diversos parlamentares. Precisamos fortalecer a mobilização na próxima semana.
Mas não basta participar da mobilização em Brasília, a Conlutas orienta a que todas as entidades filiadas incorporem esse tema em seus materiais impressos, debatam o assunto em todos os locais de trabalho e imediatamente incluam esse assunto nas assembléias que estão ocorrendo para a eleição dos delegados (as) para os congressos da Conlutas e da Classe Trabalhadora.
Além do reajuste, a luta pelo fim do Fator Previdenciário, imposto pelo governo FHC e sustentado pelos mais de sete anos de governo Lula, tem sido uma de nossas bandeiras constantes em atos, mobilizações, manifestos, debates e inúmeras outras iniciativas. A Conlutas entende que essa medida ataca profundamente o conjunto da classe trabalhadora brasileira.
Agora é hora de unidade com todas as centrais e movimentos sociais. Vamos exigir que não se negocie nada abaixo dos 7,7%.
A Conlutas acredita ainda que é possível sim reajustar as aposentadorias e pensões emergencialmente em 9,14% retroativo a janeiro deste ano, como foi o reajuste do salário mínimo. A reação do presidente Lula dizendo que vetará esse reajuste só comprova que este governo está ao lado dos interesses imperialistas contra os trabalhadores. Seus planos não são diferentes dos planos econômicos, como o da Grécia, que arrocham os salários dos trabalhadores e dos aposentados.
Diga não ao veto de Lula!
4 de mai. de 2010
Imperialismo
May Day em Los Angeles: milhares tomaram as ruas
Dezenas de milhares de pessoas tomaram as ruas de Los Angeles neste sábado durante os chamados “May Day Rallies” impulsionadas pela lei de imigração aprovada no Estado do Arizona no início do mês de abril. A lei criminaliza os imigrantes permitindo que sejam abordados por qualquer policial que simplesmente suspeitar que se trate de um caso de imigração ilegal, podendo inclusive decretar a prisão imediata do imigrante. Estaremos diante de uma perseguição dos latinos em solo estadunidense nunca vista antes.
Vale destacar que o primeiro de maio não é feriado nos Estados Unidos e nem muito menos se celebra o Dia Internacional dos Trabalhadores no dia de hoje, coisa que vem mudando com a presença cada vez maior de trabalhadores latinoamericanos nas terras do tio Sam.
Dezenas de milhares de pessoas tomaram as ruas de Los Angeles neste sábado durante os chamados “May Day Rallies” impulsionadas pela lei de imigração aprovada no Estado do Arizona no início do mês de abril. A lei criminaliza os imigrantes permitindo que sejam abordados por qualquer policial que simplesmente suspeitar que se trate de um caso de imigração ilegal, podendo inclusive decretar a prisão imediata do imigrante. Estaremos diante de uma perseguição dos latinos em solo estadunidense nunca vista antes.
Vale destacar que o primeiro de maio não é feriado nos Estados Unidos e nem muito menos se celebra o Dia Internacional dos Trabalhadores no dia de hoje, coisa que vem mudando com a presença cada vez maior de trabalhadores latinoamericanos nas terras do tio Sam.
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