10 de jul. de 2013

OCUPAÇÃO da Câmara de Vereadores de Porto Alegre!


A juventude que derrubou o aumento de passagens em Porto Alegre realizou o grande ensaio para o dia de amanhã, e ocupa nesse momento com mais de 300 jovens e trabalhadores a Câmara de Vereadores de Porto Alegre.



10 de julho de 2013, o ensaio para um dia ainda maior.
Hoje, quarta-feira dia 10 de julho os jovens e trabalhadores organizados em torno do Bloco de Lutas pelo Transporte Público estão ocupados desde às 18 horas na dita “casa do povo” da capital. A Câmara, local de tantos ataques a classe trabalhadora, foi tomada pelo Bloco de Lutos que reivindica a imediata abertura de contas das empresas de transporte público e o passe livre já.


Quem assistia ao vivo a tv Câmara pode ver o temor dos governantes que ao se depararem com a mobilização da juventude fecharam os portões da Câmara, de forma autoritária e truculenta. Porém o movimento era maior, e não teve como deter a força das ruas. Hoje a câmara voltou para as mão dos trabalhadores.

 



11 de julho o Brasil vai parar!
A assembléia da ocupação deixou claro que amanhã será um grande dia de lutas. Foram vários os informes de greve, de paralisações e atos que teremos em Porto Alegre no dia 11. Depois que o Brasil foi sacudito pelo mobilização da juventude, amanhã entrará em cena a classe trabalhadora, e trará com ela suas reivindicações e seus metodos.


Viva a aliança da classe trabalhadora com a juventude!

3 de jul. de 2013

LIBERDADE PARA BRUNA

http://liberdadeprabruna.blogspot.com.br/

Nos navios de cruzeiros, além de uma tripulação que faz um trabalho semi-escravo, funciona esquema de tráfico internacional de drogas. Em apenas 6 meses trabalhando num cruzeiro, Bruna viu seus sonhos de juventude transformarem-se em pesadelo. Foi vítima dessa dupla exploração e está presa na Espanha há mais de 14 meses, tendo recém completado seus 26 anos no cárcere.


Bruna está em prisão preventiva e divide a cela com mais cinco mulheres de várias nacionalidades, que respondem a diversos crimes. Tem perdido sua resistência física e ficado doente com mais freqüência devido à baixa da imunidade.

Bruna nunca havia saído da casa de sua família, sempre teve uma conduta exemplar, e não tem quaisquer antecedentes criminais. Ela começou a trabalhar no navio de cruzeiro Costa Victoria do grupo italiano Costa Cruciere alguns meses depois de obter o diploma de bacharel em uma área da saúde numa das mais conceituadas universidades do Brasil. Tinha como objetivo, ao trabalhar no navio, conhecer a cozinha internacional, aprimorar o idioma inglês e conhecer outros países. Em setembro de 2011, após passar por vários testes e exames do processo de recrutamento e somente dois dias antes de embarcar, foi designada para atuar no navio Costa Victoria com início das atividades na Grécia. Desgraçadamente, seis meses depois do início dos trabalhos ela foi presa.

Bruna estava no seu primeiro contrato de trabalho em navio de cruzeiro (marinheira de primeira viagem).Ela caiu em uma armadilha do esquema mafioso do narcotráfico.O traficante que a enganou e que também foi preso, mais tarde e diante do juiz, confessou que tinha enganado BRUNA colocando droga em sua mochila e que ela não estava sabendo do esquema ilícito.

Hoje pesa sobre Bruna a revitimização por parte da Justiça espanhola, baseada no preconceito contra estrangeiros, sendo pisoteados vários direitos humanos.


Veja quem apóia a campanha pela liberdade de Bruna
http://liberdadeprabruna.blogspot.com.br/2013/06/marcos-rolim-ex-deputado-e-atual.html
 

PETIÇÃO PÚBLICA PELA LIBERDADE DA BRUNA

Há mais de um ano, a família de Bruna tem levado uma luta incansável para exigir os direitos de Bruna, sua liberdade, da Justiça do Estado Espanhol, mas também exigindo das autoridades brasileiras que defendam seus cidadãos no estrangeiro, não só Bruna mas outras pessoas que passam imensas dificuldades, e encontram-se completamente vulneráveis.



Entre nessa campanha. Exija a liberdade de Bruna, que tem inocência comprovada, e com essa luta ajude a:
• denunciar a máfia dos cruzeiros, defender nossos jovens e a todos passageiros nesses navios
• denunciar a quem viola os direitos humanos, criar uma lei de proteção a tripulantes e passageiros
• defender os brasileiros desamparados no exterior


Assine a petição pública:
http://www.avaaz.org/po/petition/Liberdade_para_Bruna



28 de jun. de 2013

Dia 27 de junho, a Praça da Matriz foi tomada por milhares de manifestantes!

Na noite da última quinta-feira as tradicionais marchas pelo centro da cidade, chamadas pelo Bloco de Lutas Pelo Transporte 100% Público, deram lugar a um ato na Praça da Matriz, onde se encontram a Assembléia Legislativa, o Palácio da Justiça e o Palácio Piratini – sede do executivo gaúcho. O ato fez parte do Dia Nacional de Lutas chamado por diversos sindicatos, a central sindical CSP-Conlutas e as entidades que compõem o Espaço de Unidade de Ação. Cerca de 15 mil pessoas encheram a praça e as ruas ao redor para reivindicar o Passe Livre, repudiar a criminalização dos Movimentos Sociais e dizer que preferem mais investimentos para educação e saúde e menos para copa.



“Pois paz sem voz, paz sem voz, não é paz, é medo!”
A estratégia da noite do dia 27 era ocupar a praça dos três poderem de Porto Alegre. Tentativa essa que foi duramente reprimida na noite de segunda-feira pela Brigada Militar, que impediu a marcha com mais de 20 mil manifestantes de seguir seu rumo. Porém, nessa quinta os manifestantes se concentraram direto na Praça da Matriz, fazendo uma ocupação simbólica desse espaço. Outra diferença dos atos anteriores foi que o Bloco de Lutas optou por fazer um ato parado em frente ao Palácio Piratini com a utilização de carro de som e a participação de bandas independentes. O ato cultural, como foi chamado, intercalou fala de ativistas do movimento e músicas de bandas como Apanhador Só. Milhares na praça cantaram juntos músicas de protesto e entoaram palavras de ordem: “da Copa, da Copa, da Copa eu abro mão. Eu quero mais dinheiro pra saúde e educação!”

 



Bloco de Lutas entrega carta para Governador
Perto das 8 horas da noite, 11 ativistas do Bloco de Lutas foram recebidos pelo Governador Tarso Genro (PT) no Palácio Piratini para entregar sua carta de reivindicações. Matheus “Gordo”, da Juventude do PSTU, que esteve na reunião relata “hoje, depois de quase seis meses de atos, fomos pela primeira vez recebidos pelo governador gaúcho e apresentamos nossas pautas a ele... muito do conteúdo de nossa carta de reivindicações tem haver com a criminalização que o movimento vem sofrendo. O Governador disse desconhecer algumas das questões colocadas como a não utilização da identificação pelos policiais e os casos de perseguições e monitoramento dos Movimentos Sociais, pautas essas que foram muito denunciadas nessas últimas semanas”. Sobre as questões mais específicas e sobre a pauta do Passe Livre, Matheus lembrou que o governador Tarso (PT) foi o mesmo que aprovou enquanto ministro a Lei do Piso Nacional dos Professores, e hoje o estado governado por ele não aplica essa lei, ficando difícil confiar que o Passe Livre seja colocado em prática.



Passe Livre Já, Brasil!
Na tarde de quinta-feira, antes do ato, o governador gaúcho anunciou na imprensa a implementação do Passe Livre para Estudantes, já para o dia 1º de agosto. Sem maiores esclarecimentos de como se daria o investimento ou de qual o perfil dos beneficiários. Em reunião realizada com o Bloco de Lutas durante o ato, novamente o governador foi vago em sua proposta, colocando que irá apresentá-la somente dia 5, sexta-feira. Tarso foi o primeiro governador a apresentar o Passe Livre como uma possibilidade, coisa que o movimento já vem colocando há anos. Esse anúncio só foi possível graças ao povo na rua. Foi a pressão dos manifestantes que conquistou essa vitória. Porém não nos deixemos iludir. Assim como o Tarso (PT) aprovou a Lei do piso dos professores e não aplicou, e o PT na frente do Governo Federal por diversas vezes defendeu uma bandeira do movimento na retórica, mas na prática a ignorou – como é o caso da homofobia, não temos nenhuma confiança nesse governo. Nossa proposta de Passe Livre passa pela estatização das empresas de transporte, atacando o lucro do empresário. O transporte é um direito e não uma mercadoria, o Passe Livre não pode ser apenas para estudantes! Não queremos tirar dinheiro da educação e da saúde para o transporte, queremos que os ricos paguem pelo Passe Livre!




“Não confunda a reação do oprimido com a violência do opressor”
Já passava das 9 horas da noite quando o clima na Praça da Matriz começou a ficar mais tenso. Manifestantes foram impedidos pela polícia se seguir em marcha para outros locais do centro de Porto Alegre. Para conter o povo, novamente utilizou-se de bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha. Antes que a repressão aumentasse e tomasse conta do ato em frente ao carro de som, o Bloco de Lutas, organizador do ato, decidiu encerrar a manifestação. Os milhares presentes foram se dispersando aos poucos, marchando por diferentes locais do centro da cidade. Alguns grupos que compõe o Bloco se dirigiram ao Largo Zumbi dos Palmares encerrando a noite em um bonito jogral (vídeo abaixo). Infelizmente, novamente muitos carros de trabalhadores foram destruídos. Não podemos confundir a reação dos oprimidos com a violência do opressor, porém não apoiamos que a classe trabalhadora tenha seus carros e residências conquistadas com o suor do seu dia-a-dia destruídos como reação a violência do estado. Essa tipo de de ação não fortalece o movimento e só dá motivos para a mídia e a polícia criminalizarem as manifestações. 



Vamos seguir lutando!
As possibilidades de vitórias nos dão mais força para seguirmos nas ruas. O movimento em Porto Alegre, iniciado em janeiro, hoje é muito mais amplo e traz muitas pautas que há anos são ignoradas pelos governantes. Os governos nunca trabalharam tanto em tão pouco tempo, os empresários nunca sentiram tanto medo. A luta nos mostrou que é possível vencer! E será na unidade com os trabalhadores que o movimento se fortalecerá. Dia 11 de julho está marcada uma grande greve com amplos setores da classe trabalhadora. Nós do PSTU estaremos presente, mobilizando nos sindicatos, nas fábricas, nas universidades e escola, sabemos que a união dos explorados e oprimidos é nossa melhor arma!

25 de jun. de 2013

24 DE JUNHO, A ESQUERDA UNIDA CONTRA A DIREITA E OS GOVERNOS!



No final da tarde dessa segunda-feira as tradicionais concentrações em frente ao paço municipal tiveram sua rotina alterada. Ali perto, a duas quadras, uma segunda concentração foi chamada no mesmo horário pelo Bloco de Lutas Pelo Transporte Público, reunindo milhares de pessoas.



A unidade da esquerda reuniu jovens e trabalhadores na luta contra os ataques do governo!



CPERS, DCE-UFRGS, DAs e CAs da UFRGS e da PUC-RS, ANEL, partidos políticos como PSOL e PSTU, anarquistas, coletivos estudantis, trabalhadores e estudantes independentes responderam ao chamado do Bloco de Luta Pelo Transporte Público e mesmo abaixo de muita chuva trouxeram suas bandeiras e faixas para o ato.

“A unidade do movimento social combativo e independente construída em torno ao Bloco de Luta pelo Transporte Público esmagou a tentativa da direita de desvirtuar a mobilização! Provamos aos que defendiam o fim dos atos que é possível continuar no caminho das conquistas para a juventude e a classe trabalhadora, se apoiando na força das ruas! Novamente, milhares foram pra rua e a faixa de abertura do ato dizia o seguinte: QUE OS RICOS PAGUEM A CONTA! E é isso que nós queremos, NENHUM DIREITO A MENOS, É A HORA DE AVANÇAR, QUINTA-FEIRA VAI SER MAIOR!” Declara Matheus “Gordo”, Coordenador do DCE-UFRGS, da ANEL e militante do PSTU.

A unidade da esquerda provou que é possível disputar os rumos das mobilizações, que o povo na rua não é uma massa sem consciência como os telejornais da grande mídia adoram mostrar. O povo na rua sabe quem são os responsáveis pelo alto preço dos transportes, pelo caos da saúde e educação.



Sabem também quem irá lucrar na Copa do mundo enquanto o trabalhador assistirá aos jogos em casa, pois não terá dinheiro para comprar os ingressos. Nossos inimigos sãos os governos e empresários que juntos exploram e oprimem o povo brasileiro para obter lucros e vantagens!




Governador Tarso Genro (PT) reprimiu os trabalhadores!

Mais uma vez os milhares (estima-se mais de 30 mil) porto alegrenses que saíram às ruas para protestar foram violentamente reprimidos pela Brigada Militar, polícia gaúcha.

Ontem um fato histórico aconteceu na capital dos gaúchos. O povo foi impedido de seguir rumo ao Piratini, palácio do governo, para levar suas reivindicações. Mesmo no governo da ex-governadora Yeda Crusius (PSDB), onde os movimentos sociais foram duramente reprimidos, não foi negado esse direito democrático de reivindicação em frente a sede do governo.


Em torno do palácio Piratini foi montado um aparato de guerra, digno de momentos muito tristes de nossa história, como foi a Ditadura Militar.


Na impossibilidade de seguir rumo ao Piratini sem que houvesse confronto, os manifestantes desciam a rua Borges de Medeiros quando foram encurralados pela polícia. Foram covardemente atacados com dezenas de bombas de gás lacrimogêneo jogadas no meio da multidão, como mostra o vídeo abaixo, causando pânico na multidão.





Tal ato teve como objetivo acabar com a manifestação de forma sumária! Depois das bombas veio a cavalaria da Brigada Militar que “caçou” os manifestantes nas ruas. Os primeiros informes apontam para mais de 100 detenções.



Assim como no dia 20, a noite em Porto Alegre foi de muito medo. O governo de Tarso (PT) tomou a mesma postura do governador Alckmin (PSDB) que no dia 13 de junho reprimiu com toda força os manifestantes em São Paulo, impedindo-os de continuar com seu ato.


“Bombas de gás lacrimogêneo nunca resolveram as questões sociais”, diz a presidente do PSTU-RS Vera Guasso, e continua: “os trabalhadores até podem voltar para casa hoje com medo da polícia, mas os problemas continuando eles continuarão nas ruas. A Luta vai crescer! Quinta-feira é dia da classe trabalhadora entrar em cena!”

Quinta-feira será maior! Entidades sindicais e do movimento social convocam dia nacional de luta para 27 de junho.


A juventude brasileira deu o exemplo e foi às ruas protestar contra o preço e a qualidade do transporte coletivo nas grandes cidades. Desencadeou com isso um amplo processo de mobilização popular que sacudiu o Brasil nos últimos dias.


Todo este processo de mobilização já conquistou vitórias importantes, como a redução do preço das tarifas em várias cidades. No entanto, a luta deve continuar, precisamos transformar esta vitória na primeira de uma série de muitas outras.


Para isso é muito importante que a classe trabalhadora entre de forma organizada nesta luta, trazendo suas reivindicações e cobrando dos governos o seu atendimento.


São estes governos, do federal aos municipais, os responsáveis pela situação em que se encontra o país e vida do nosso povo. Por esta razão a CSP-Conlutas, e as entidades que compõem o Espaço de Unidade de Ação, estão convocando seus sindicatos, movimentos populares e organizações estudantis, a organizarem uma dia de lutas em todos o país, no dia 27 de junho.

A ecessidade do momento é generalizar iniciativas para por nossa classe em luta, organizar uma greve geral que possa obrigar o governo Dilma, os governos dos estados e dos municípios a atender as demandas dos trabalhadores e da juventude.



21 de jun. de 2013

20 DE JUNHO FOI GIGANTE!




Os 50 mil manifestantes que hoje foram as ruas em Porto Alegre enfrentaram-se com a faceta mais dura do governo de Tarso Genro (PT), sua polícia fortemente armada que de forma irresponsável e truculenta reprimiu o movimento.

Caiu a máscara do governador: a tarde promove diálogo, a noite reprime de forma truculenta.
Hoje fez parte do noticiário nacional o diálogo que o governador Tarso Genro (PT) promoveu com os manifestantes. Com uma estrutura muito tecnológica dialogou com jornalistas de diferentes lugares, tudo de forma muito “democrática”. Quem acompanhou a cobertura não saiu esclaredido sobre a criminalização e repressão do movimento, pois estas perguntas foram solenemente ignoradas pelo governador.
Para aqueles que ficaram em dúvida, a noite o comando da Brigada Militar respondeu. Novamente a polícia impediu a manifestação de 50 mil portoalegrenses de seguir seu rumo numa das maiores avenidas da capital. E na impossibilidade de conter a massa a Brigada Militar disparou todo seu arsenal de bombas de gás lacrimogênio nos manifestantes, que não tinham para onde fugir, já que essa avenida é cortada por um riacho. O pânico foi generalizado, com muitos manifestantes sufocados e feridos.
Esse é o lado mais visível da repressão da capital gaúcha. Mas o dia também foi marcado por inúmeras denúncias de perseguições e de infiltrações no movimento - responsáveis muitas vezes pelo quebra-quebra, que depois são utilizados pela mídia e autoridades para criminalizar os atos.
São inúmeros os casos de maus tratos aos manifestantes “presos” e perseguições ocorridas após os atos. A polícia age de forma truculenta, dando “voz de prissão” sem nenhum motivo. Preso, o manifestante é obrigado a assinar Termos Circunstanciados e Bolentis de Ocorrências totalmente falsos, que não correspondem a realidade. Todas essas ações tem um claro objetivo, criminalizar o movimento e afastá-lo da população. Lutar é direito! Lutar não é crime!



Novamente a mídia alia-se aos patrões e governos.
Hoje a população acordou estarrecida com uma notícia divulgada no jornal de maior circulação do estado, o Zero Hora, do grupo RBS ligado a Globo. A matéria assinada pelo jornalista Carlos Rollsing trazia uma calúnia contra grupos organizadores dos protestos, entre eles o PSTU. Dizia a calúnia perpetrada por esse jornal que os partidos de esquerda teriam recebido orientações internacionais para agir com técnicas de guerrilha no ato da noite. Tal matéria tinha o objetivo de novamente criminalizar o movimento e principalmente criar o medo e o pânico na população. Os 50 mil que saíram as ruas deram a resposta a essa linha editorial aliada aos governos e patrões e não ao trabalhadores que controem a riqueza dessa nação.

Fortunati (PDT) e Tarso (PT) udidos contra os trabalhadores
Enquanto fechamos essa matéria milhares de manifestantes encontram-se protestando em frente a Prefeitura Municipal. As cenas são de guerra no centro de Porto Alegre: helicópteros, bombas, cavalaria, correria e tiros. A Brigada Militar reprime com muita força os manifestantes deixando muitos feridos com bala de borracha. Não há diálogo na capital gaúcha. Povo na rua, Fortunati a culpa é tua.
Aliados no Governo Federal, PT e PDT não medem forças na repressão aos jovens e aos trabalhadores que saem as ruas. Os trabalhadores munidos de sua arma mais forte, a união, carregam cartazes, faixas e bandeira e levantam-se da opressão e exploração que pareciam acostumados. A repressão é dura, porque as pautas dos manifestantes são grandes e colocam em perigo os governos que dioturnamente estão ao lado do grande empresariado e de seu lucro.

Para a tarifa mais barata, temos que atacar os lucros e não os impostos.
O movimento teve importantes vitórias nacionais. Como mais simbólico está a redução do preço da tarifa no Rio de Janeiro e São Paulo. Essa vitória só foi possível graças ao povo na rua. Porém, com estas vitórias reapareceram os discursos mais reacionários sobre a questão das isenções de impostos e da carga tributária. Isso porque ao reduzir as tarifas os governos não mexeram no bolso dos empresários, atacando seu lucro. Deram ainda mais isenções de impostos e esses tubarões do transporte. Defendemos o passe livre, através da estatização do transporte público sob o controle dos trabalhadores!

Exigimos o fim da repressão e da criminalização dos que saem as ruas. Lutar é direito, lutar não é crime!

Fortunati, queremos a imediata redução das tarifas de ônibus na cidade para R$ 2,60!

Lutamos pelo passe livre nacional! Por um transporte público e de qualidade!

Pela estatização do transporte público!

Queremos unificar as lutas, barrar os ataques, avançar nas conquistas, construir uma cidade e um país para os trabalhadores. Lutamos por um Brasil socialista!